A instabilidade geopolítica, as mudanças regulatórias e a fragmentação das normas de sustentabilidade estão a obrigar os gestores de ativos a questionarem-se mais profundamente sobre a forma como definem o risco, gerem as carteiras e cumprem as suas responsabilidades para com os clientes.
Não basta atualizar as políticas. O desafio consiste em criar os quadros de referência, as ferramentas e a capacidade de discernimento necessários para tomar decisões credíveis num mundo em rápida evolução.
Junte-se a nós numa mesa redonda exclusiva em Paris, onde profissionais seniores da área do investimento irão partilhar como estão a lidar com esta situação na prática: o que está a funcionar, o que não está e como melhores dados e estruturas de governação estão a alterar a qualidade das decisões. Iremos também explorar como a redução das dependências críticas se articula com os objetivos de sustentabilidade, desde a transição energética até à eletrificação, e o que isso significa para a resiliência da carteira a longo prazo.
Iremos recorrer às experiências de mercados que há mais tempo vêm a lidar com estas questões, incluindo os países nórdicos e os Países Baixos, e utilizaremos as Áreas Afetadas por Conflitos e de Alto Risco (CAHRAs) como um exemplo concreto de como dados objetivos e rastreáveis podem apoiar decisões mais rápidas e fundamentadas.
Principais temas de discussão
- Risco geopolítico e a evolução da política de investimento
- De exclusões a diligência devida e supervisão contínua
- Usando dados e transparência para apoiar decisões credíveis
- A convergência entre dependências críticas e sustentabilidade: transição, eletrificação e muito mais
- Garantias de governança sem carga adicional de relatórios


